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sexta-feira, 17 de setembro de 2010











Imagens de Deuses da mitologia Grega

Trabalho de história

A mitologia grega é bastante rica em termos de contos e explicações da origem do mundo, a tudo atribuindo os poderes dos deuses gregos, que segundo a crença geral, moravam no Monte Olimpo.

Dizem as lendas gregas que, no princípio, havia somente o grande Caos, do qual surgiram os Velhos Deuses, ou Titãs, dirigidos pelo deus Cronos (Tempo). Zeus era um filho de Cronos e chefiou a rebelião da nova geração dos deuses - chamados Deuses Olímpicos - que dominaram a Grécia em toda a sua época clássica. Os principais deuses olímpicos são:
Zeus

É o deus principal, governante do Monte Olimpo. Rei dos deuses e dos homens, era o sexto filho de Cronos. Como seus irmãos, deveria ser comido pelo pai, mas a mãe deu uma beberagem a Cronos e este vomitou novamente o filho; este e seus irmãos, também vomitados na mesma hora, uniram-se contra o pai, roubaram os raios e venceram a batalha. Os raios, fabricados pelo deus Hefaistos, eram o símbolo de Zeus.

Zeus para os gregos e Júpiter para os romanos.
Palas Atena ou Atenéia

Deusa virgem, padroeira das artes domésticas, da sabedoria e da guerra. Palas nasceu já adulta, na ocasião em que Zeus teve uma forte dor de cabeça e mandou que Hefaistos, o deus ferreiro, lhe desse uma machadada na fronte; daí saiu Palas Atena. Sob a proteção dessa deusa floresceu Atenas, em sua época áurea. Dizia-se que ganhou a devoção dos atenienses quando presenteou a humanidade com a oliveira, árvore principal da Grécia.

Palas para os gregos e Minerva para os romanos.
Apolo

Deus do sol e patrono da verdade, da música, da medicina e pai da profecia. Filho de Zeus, fundou o oráculo de Delfos, que dava conselhos aos gregos através da Pitonisa, sacerdotiza de Apolo que entrava em transe devido aos vapores vindos das profundezas da terra.

Apolo para os gregos
Ártemis

A Diana dos romanos, era a deusa-virgem da lua, irmã gêmea de Apolo, poderosa caçadora e protetora das cidades, dos animais e das mulheres. Na Ilíada de Homero, desempenhou importante papel na Guerra de Tróia, ao lado dos troianos.

Ártemis para os gregos e Diana para os romanos.
Afrodite

Deusa do amor e da beleza, era esposa de Hefaistos e amante de Ares, a quem deu vários filhos (entre eles Fobos = Medo, e Demos = Terror). Afrodite era também mãe de Eros.

Afrodite para os gregos e Vênus para os romanos.
Hera

Esposa de Zeus, protetora do casamento, das mulheres casadas, das crianças e dos lares. Era também irmã de Zeus, uma das filhas vomitada por Cronos.

Hera para os gregos e Juno para os romanos.
Démeter

Era a deusa das colheitas, dispensadora dos cereais e dos frutos. Quando Hades, deus do inferno, levou sua filha Perséfone como sua esposa, negou seus poderes à terra, e esta parou de produzir alimentos; a solução de Zeus foi que Perséfone passaria um terço do ano no inferno, com seu marido, e o restante do tempo com sua mãe, no Olimpo. Dessa forma, Démeter abrandou sua ira e tornou a florescer nas colheitas.

Démeter para os gregos e Ceres para os romanos.
Hermes

Filho de Zeus e mensageiro dos mortais, era também protetor dos rebanhos e do gado, dos ladrões, era guardião dos viajantes e protetor dos oradores e escritores.

Hermes para os gregos e Mercúrio para os romanos.
Poseidon

É o deus do mar e dos terremotos, foi quem deu os cavalos para os homens. Apesar disso, era considerado um deus traiçoeiro, pois os gregos não confiavam nos caprichos do mar.

Poseidon para os gregos e Netuno para os romanos.
Dionísio

Era o deus do vinho e da fertilidade. Filho de Zeus e uma mortal, foi alvo do ciúme de Hera, que matou sua mãe e transtornou o seu juízo. Assim, Dionísio vagueava pela terra, rodeado de sátiros e mênades. Era o símbolo da vida dissoluta.

Dionísio para os gregos e Baco para os romanos.
Ares

O deus guerreiro por excelência. Seu símbolo era o abutre. Seus pais, Zeus e Hera, detestavam-no, mas era protegido por Hades, pois povoava o inferno com as numerosas guerras que provocava. Sua vida estava longe de ser exemplar - foi surpreendido em adultério com Afrodite, esposa de Hefaistos, que os prendeu em fina rede; foi ferido por três vezes por Héracles (Hércules). Era muito respeitado pelos gregos por sua força e temperamento agressivo.

Ares para os gregos e Marte para os romanos.
Hefaistos ou Hefesto

Deus ferreiro, do fogo e dos artífices. Filho de Zeus e Hera, foi lançado do Olimpo por sua mãe, desgostosa por ter um filho coxo. Refugiou-se nas profundezas da terra, aprendendo com perfeição o ofício de ferreiro. De suas forjas saíram muitas maravilhas, inclusive a primeira mulher mortal, Pandora, que recebeu vida dos deuses. Construiu no Olimpo um magnífico palácio de bronze para si próprio, e era estimado em Atenas. Para compensá-lo de sua feiúra, seu pai deu-lhe por esposa Afrodite, a deusa da beleza. Era artesão dos raios de Zeus.

Hefaistos para os gregos e Vulcano para os romanos.

Além desses deuses, que junto a muitos outros pululavam no Olimpo, havia heróis (filhos de deusas ou deuses com mortais), semideuses, faunos, sátiros e uma infinidade de entidades mitológicas que explicavam por lendas todos os fenômenos da natureza. Entre os heróis mais populares, podemos citar:

Io - amada por Zeus, que a transformou em novilha para escondê-la da ciumenta Hera.

Deucalião e Pirra - únicos sobreviventes do dilúvio que Zeus mandou ao mundo pervertido.

Héracles - ou Hércules, autor dos famosos Doze Trabalhos; era filho de Zeus e da moratal Alcmena.

Édipo - que matou a esfinge e casou-se com sua própria mãe.

Perseu - que matou a Medusa, uma das Górgonas, e libertou a princesa Andrômeda da serpente marinha.

Cadmo - que matou um dragão e no local fundou a cidade de Tebas.

Europa - irmã de Cadmo, foi amada por Zeus que lhe apareceu sob a forma de um touro e, em suas costas, atravessou o mar.

Jasão - chefe dos Argonautas, equipe de heróis - Héracles, Orfeu, Castor e Pólux, e outros - que navegou no navio "Argos" em busca do Velocino de Ouro.

Teseu - que penetrou o labirinto de Creta e matou o Minotauro, acabando por unificar a Ática.

Atalanta - mulher aventurosa que se casou com o ardiloso Hipomenes.

Belerofonte - que matou o monstro Quimera e domou o cavalo alado, Pégaso.

Os heróis de Tróia -Aquiles, Heitor, Ájax, Agaménon, Ulisses - autor da idéia do cavalo de Tróia - e outros.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

E.E.E.P Governador Luiz de Gonzaga Fonseca Mota

Aluna: Luciana Caetano Nº° 29
Curso: Informática
Programa de Ação-Plano de Ação

DEFINIÇÃO DO NEGÓCIO:
Investimento no qual podemos inventar ou colocar um projeto em prática que se pode obter bons ou ruins resultados,enfim é um determinado fator.

NEGÓCIO:
Concluir o curso, me especializar mais na área de informática, conseguir montar a minha empresa, e acima de tudo me formar um bom técnico para saber lidar com os outros e saber vencer as barreiras da vida que virão pela frente.

FILOSOFIA DO NEGÓCIO:

Eu acredito que tenha que ter confianÇa em mim mesma ,estar segura do que estou fazendo e não temer, mas acreditar em meus potenciais e me empenhar no que quero e acredito.

ENFOQUE OU PRIORIDADE:

Priorizar meus objetivos e concluir cada um deles!

DERETRIZES/ESTRATÉGIAS:

Me empenhar nos estudos, ter um bom desempenho como aluna e honrar o nome da minha escola que como já diz prepara os jovens para o mercado de trabalho.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Trabalho de Espanhol



Português/Espanhol


#Quadro (lousa)/Cuadro o pizarra
#Pincel para lousa/
cepillo a pizarra
#Birô/Oficina
#Professor/Profesor
#Diário (lista de chamada)/Diário( lista de chamada)
#Caneta/
pluma
#Lápis/
Lápiz
#Lápis de cor/
Color Lápiz
#Lápis de cera/
Lápiz de color
#Lapiseira/
Lapicero
#Grafite/
Grafito
#Borracha/
Caucho
#Caderno/
Cuaderno
#Mochila/
Mochila
#Estojo/Caso
#Carteira/
Cartera
#Corretivo/
Correctivo
#Régua/Gobernante
#Cantina/
Cantina
#Mural/Mural
#Aviso/Aviso
#Apontador/
Puntero





Português: Birô
Espanhol: oficina





Português: Lousa
Espanhol: pizarra

1. Adicione S ou ES aos verbos nas sentenças se necessário. Se não for necessário, coloque um X no espaço em branco.

a) He work_s__ in a bank.
b) They live_x__ in France.
c) I watch_es___ TV every day.
d) She go_es___ to work by car.
e) The film finish_es___ at ten o'clock.
f) We play_x___ tennis every weekend.
g) They go_s___ on holiday in August.
h) He speak_s___ Italian and French.
i) She do_es____ her homework every night.

2. Escreva frases, usando a forma negativa do Present Simple:

a) (He/not/live/ in Mexico) He doesn't live in Mexico.
b) (She/not//work/in a bank) She doesn't work in a bank.
c) (I/not/play golf) I don't play golf.
d) (Paul/not/listen/to the radio) Paul doesn't listen to the radio.
e) (We/not/speak/French) We don't speak French.
f) (You/not/listen/to me!) You don't listen to me.
g) (My car/not/work) My car doesn't work.
h) (I/not/drink/tea) I don't drink tea.
i) (Sheila/not/eat/meat) Sheila doesn't eat meat.

3. Complete os espaços com a conjugação correta dos verbos no Presente Simples do inglês.

Kristin wakes up (wake up) everyday at 7. She brushes (brush) her teeth and then takes (take) a shower. Then she meets (meet) with her friend Jennifer and together they have (have) breakfast at a little diner near the office. They get (get) to the office at around 8:30. Kristin goes (go) to the first floor, where she works (work), and Jennifer takes (take) the elevator to the 11th floor, where her office is (be). Later, they meet (meet) again at 12 to have lunch.

4. Complete os espaços com a opção correta: do, does, don't, doesn't, is, isn't, are ou aren't:

a. Do you like ice-cream?
Yes I do . I think everybody do .

b. Is Kim from Australia?
Nope, she is actually Canadian.

c. We don't like the beach very much this time of the year. We prefer the mountains.
Really? Why do that?
Beaches are too crowded in the summer.
Do you always go to the mountains in the summer?
About every two years. It is a shame that we have more free time to travel.

d. How often do you go to the movies?
Every week or so. I like to watch all the comedies, but I really don't like horror movies.
Really? Horror movies are my favorite ones.

e. Rose isn't here yet (ainda). Where is she?
Oh, she is late because of the traffic.
Ok, we can wait. Does she have a car?
No, she doesn't . She always takes a cab.

f. Are those your friends from Spain?
They are my friends, but they aren't Spanish. They are actually from Argentina.
Oh. Do they go to the same school that you go?
No, they aren't students. They are actually Spanish teachers.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Trabalho de inglês

O simple present é formado pelo verbo em sua forma original na maioria das pessoas, com exceção da terceira pessoa do singular.

Veja estas frases com o verbo drink (beber) como exemplo:

I drink orange juice every day.
You drink beer in the bar.
We drink champagne in New Year’s Eve.

Entretanto, a 3ª pessoa do singular tem necessidade de uma conjugação.

He drinks wine with his parents.
She drinks water after gym.

É um detalhe bastante pequeno, mas precisa ser constantemente recordado, pois é muito comum nos esquecermos de flexionar o verbo. Há alguns casos em que acrescentar o "s" à terceira pessoa do singular exigirá mudanças no próprio verbo.

Verbos terminados em Y: Os verbos terminados em Y precedido de consoante, como study ( estudar), try (tentar), fly (voar) e outros, perderão o Y, que será substituído por "ie" + "s", ficando então. Ex: He studies, she studies.

Os verbos também terminados em Y só que precedidos de vogal, como play (jogar), say (dizer), não terão esta alteração. A sua flexão se fará como qualquer outro verbo.

Ex: I play, he plays, she plays, they play.
You say, he says, she says, we say.

Verbos terminados em SS, SH, CH, Z, X, O: Os verbos terminados com estas letras, como guess (adivinhar), push (empurrar), watch (assistir), buzz (zumbir), receberão um "e" antes do "s" na terceira pessoa do singular.

I watch the games but he watches a different movie every night.

Uso

O simple present é um tempo verbal fácil de se identificar, pois ele é usado em poucas situações e elas são facilmente percebidas através de algumas palavras que aparecem com certa freqüência: os advérbios de tempo.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Platão e Aristóteles
O Discípulo não supera o Mestre, o complementa



Impossível discorrer sobre a singularidade do pensamento de Aristóteles (384 – 324a.C.) sem contextualizá-lo diante de seu Mestre, Platão (Arístocles: 428-347a.C.), que por sua vez fora discípulo de Sócrates e, o primeiro a elaborar uma teoria sobre a Alma. Para esclarecer o que distingue esses dois Pensadores, ponderemos sobre as dicotomias, as duplas de opostos/complementares que constatamos através dos sentidos (dia e noite; macho e fêmea) ou do Espírito (O Bem e o Mal). Dicotômica também será a linha teórica filosófica adotada por esses Filósofos de truz.

Em 387a.C., Platão fundou o que pode ser considerada a primeira instituição de ensino superior do mundo ocidental, a Academia de Atenas (dedicada à deusa da Sabedoria e da Justiça). No 1º nível (até os 16 anos), treinamento científico: matemática, ginástica, astronomia, música e geometria: na entrada uma placa avisava: “Ageometretos mé eisito” (sem geometria, não entre). Já no 2º nível (dos 16 aos 30 anos), os alunos aprendiam ética, a virtude e a política para, no 3º nível (dos 30 aos 50 anos), aprender a dialética e tornar-se Filósofo. O platonismo reverencia o mundo das Idéias, pois a realidade física, material, sensível, concreta, não alcança o “Ideal” de perfeição que somente a representação mental, abstrata (imaginem a geometria, o lógos) propicia.

Em 337a.C Aristóteles funda o Liceu, dedicado a Apolo (irmão de Athena), divindade olímpica que presidia a harmonia, a música, a saúde e a verdade. Aristóteles distinguir-se-à por propor uma nova forma de apreender e explicar o mundo. Para o pragmático estagirita (Aristóteles nasceu na cidade de Estagira), a lógica e o bom senso dariam conta da realidade captada por nossos sentidos (visão, audição, paladar, olfato, tato). Formulará então, a teoria das quatro causas: Formal, Material, Eficiente e Final. Segundo a obra de Aristóteles “Metafísica” (disponível em português graças a esmerada tradução de Marcelo Perine – PUC-SP), “As duas primeiras não são mais do que a forma e a matéria, que estruturam todas as coisas sensíveis. (Recorde-se que “causa” e “princípio”, para Aristóteles, significam o que funda, o que condiciona, o que estrutura). Mas matéria e forma, sob certo aspecto, bastam para explicar as coisas; sob outro aspecto, porém, não bastam. Se considerarmos o ser das coisas estaticamente, bastam; se, ao contrário, considerarmos as coisas dinamicamente, isto é, em seu desenvolvimento, em seu devir, em seu produzir-se e em seu corromper-se, então não bastam mais. Com efeito, é evidente que, se considerarmos determinado homem estaticamente (ou seja, como ente já perfeitamente realizado), ele se reduz à sua matéria (carne e ossos) e à sua forma (alma); mas se o considerarmos de outro modo e perguntarmos: “como nasceu”, “quem o gerou”, “por que se desenvolve e cresce”, então, impõem-se duas razões ou causas ulteriores: a causa eficiente ou motora, isto é, o pai que o gerou, e a causa final, ou seja, o fim ou o escopo ao qual tende o devir do homem”.

Tomando uma escultura como exemplo, teremos, 1º) a causa material, a substância concreta que compõe um objeto, no caso o bronze; 2º) a causa eficiente, que será o processo que produziu a escultura, nesse caso, o trabalho do artesão 3º) a causa formal, que é a estrutura interna que determina a realidade da escultura e por fim 4º) a causa final que diz respeito a finalidade a escultura foi produzida.

Ele dividiu o mundo em duas instâncias: da lua para baixo (matéria sublunar), tudo era composto pelos intercambiáveis quatro elementos (Fogo, Terra, Água e Ar). Já na esfera da lua para cima (matéria supralunar), toda galáxia era composta por uma substância eterna e imutável, o éter. Filósofo da natureza, esclarece que a labareda do fogo tende a subir, pois é da natureza do fogo ocupar as partes superiores da atmosfera. Já uma pedra, tende a cair porque sua natureza é a mesma da terra. Quanto ao responsável por toda orquestração do universo, o Demiurgo, o Criador (Deus), o “movente imóvel” faz morada numa esfera exterior.

Se com Platão apreendemos a inefável e sublime Idéia do “Bem em si”, com seu pupilo temos a afirmação de que, contrariamente à tese Socrática de que basta conhecer o Bem para desejá-lo; é preciso praticá-lo! E será justamente a prática quem nos dirá o que é o Bem. Para Aristóteles é necessário ainda, a disposição da vontade, do querer, de se desejar praticar o Bem. É o desejo e não a ação que leva ao Bem, e o desejo pode ser educado, virtuoso. Agir bem é equilibrar, em cada caso particular, o excesso e a falta. Para o estagirita, a Justiça é a maior das virtudes! Constitutiva da Paz na sociedade e da felicidade na vida humana sendo, a Igualdade a pedra angular do princípio da Justiça.

Sabemos que a Matéria (ta pragmata) está impregnada do Espírito (ta onta), que se manifesta através de nossos atos. É o magnífico rapsodo grego Hesíodo (600a.C) quem melhor traduz essa dualidade. Em sua obra “Teogonia”, o poeta discorre sobre o nascimento dos deuses. Do “Caos”, que nada tem a ver com desordem e sim, diz respeito à matéria indiferenciada, o não-ser, nascerá a oposição primordial: Urano e Gaia. Simbolizando respectivamente, Espírito e Matéria. Analogamente, Platão versará sobre o “Ideal” e Aristóteles, sobre o “Real”. Tentar hierarquizar qual dessas teorias é mais relevante é tão inútil quanto discutir qual mais importante: o Céu ou a Terra.