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sexta-feira, 28 de maio de 2010

Trabalho de Espanhol



Português/Espanhol


#Quadro (lousa)/Cuadro o pizarra
#Pincel para lousa/
cepillo a pizarra
#Birô/Oficina
#Professor/Profesor
#Diário (lista de chamada)/Diário( lista de chamada)
#Caneta/
pluma
#Lápis/
Lápiz
#Lápis de cor/
Color Lápiz
#Lápis de cera/
Lápiz de color
#Lapiseira/
Lapicero
#Grafite/
Grafito
#Borracha/
Caucho
#Caderno/
Cuaderno
#Mochila/
Mochila
#Estojo/Caso
#Carteira/
Cartera
#Corretivo/
Correctivo
#Régua/Gobernante
#Cantina/
Cantina
#Mural/Mural
#Aviso/Aviso
#Apontador/
Puntero





Português: Birô
Espanhol: oficina





Português: Lousa
Espanhol: pizarra

1. Adicione S ou ES aos verbos nas sentenças se necessário. Se não for necessário, coloque um X no espaço em branco.

a) He work_s__ in a bank.
b) They live_x__ in France.
c) I watch_es___ TV every day.
d) She go_es___ to work by car.
e) The film finish_es___ at ten o'clock.
f) We play_x___ tennis every weekend.
g) They go_s___ on holiday in August.
h) He speak_s___ Italian and French.
i) She do_es____ her homework every night.

2. Escreva frases, usando a forma negativa do Present Simple:

a) (He/not/live/ in Mexico) He doesn't live in Mexico.
b) (She/not//work/in a bank) She doesn't work in a bank.
c) (I/not/play golf) I don't play golf.
d) (Paul/not/listen/to the radio) Paul doesn't listen to the radio.
e) (We/not/speak/French) We don't speak French.
f) (You/not/listen/to me!) You don't listen to me.
g) (My car/not/work) My car doesn't work.
h) (I/not/drink/tea) I don't drink tea.
i) (Sheila/not/eat/meat) Sheila doesn't eat meat.

3. Complete os espaços com a conjugação correta dos verbos no Presente Simples do inglês.

Kristin wakes up (wake up) everyday at 7. She brushes (brush) her teeth and then takes (take) a shower. Then she meets (meet) with her friend Jennifer and together they have (have) breakfast at a little diner near the office. They get (get) to the office at around 8:30. Kristin goes (go) to the first floor, where she works (work), and Jennifer takes (take) the elevator to the 11th floor, where her office is (be). Later, they meet (meet) again at 12 to have lunch.

4. Complete os espaços com a opção correta: do, does, don't, doesn't, is, isn't, are ou aren't:

a. Do you like ice-cream?
Yes I do . I think everybody do .

b. Is Kim from Australia?
Nope, she is actually Canadian.

c. We don't like the beach very much this time of the year. We prefer the mountains.
Really? Why do that?
Beaches are too crowded in the summer.
Do you always go to the mountains in the summer?
About every two years. It is a shame that we have more free time to travel.

d. How often do you go to the movies?
Every week or so. I like to watch all the comedies, but I really don't like horror movies.
Really? Horror movies are my favorite ones.

e. Rose isn't here yet (ainda). Where is she?
Oh, she is late because of the traffic.
Ok, we can wait. Does she have a car?
No, she doesn't . She always takes a cab.

f. Are those your friends from Spain?
They are my friends, but they aren't Spanish. They are actually from Argentina.
Oh. Do they go to the same school that you go?
No, they aren't students. They are actually Spanish teachers.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Trabalho de inglês

O simple present é formado pelo verbo em sua forma original na maioria das pessoas, com exceção da terceira pessoa do singular.

Veja estas frases com o verbo drink (beber) como exemplo:

I drink orange juice every day.
You drink beer in the bar.
We drink champagne in New Year’s Eve.

Entretanto, a 3ª pessoa do singular tem necessidade de uma conjugação.

He drinks wine with his parents.
She drinks water after gym.

É um detalhe bastante pequeno, mas precisa ser constantemente recordado, pois é muito comum nos esquecermos de flexionar o verbo. Há alguns casos em que acrescentar o "s" à terceira pessoa do singular exigirá mudanças no próprio verbo.

Verbos terminados em Y: Os verbos terminados em Y precedido de consoante, como study ( estudar), try (tentar), fly (voar) e outros, perderão o Y, que será substituído por "ie" + "s", ficando então. Ex: He studies, she studies.

Os verbos também terminados em Y só que precedidos de vogal, como play (jogar), say (dizer), não terão esta alteração. A sua flexão se fará como qualquer outro verbo.

Ex: I play, he plays, she plays, they play.
You say, he says, she says, we say.

Verbos terminados em SS, SH, CH, Z, X, O: Os verbos terminados com estas letras, como guess (adivinhar), push (empurrar), watch (assistir), buzz (zumbir), receberão um "e" antes do "s" na terceira pessoa do singular.

I watch the games but he watches a different movie every night.

Uso

O simple present é um tempo verbal fácil de se identificar, pois ele é usado em poucas situações e elas são facilmente percebidas através de algumas palavras que aparecem com certa freqüência: os advérbios de tempo.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Platão e Aristóteles
O Discípulo não supera o Mestre, o complementa



Impossível discorrer sobre a singularidade do pensamento de Aristóteles (384 – 324a.C.) sem contextualizá-lo diante de seu Mestre, Platão (Arístocles: 428-347a.C.), que por sua vez fora discípulo de Sócrates e, o primeiro a elaborar uma teoria sobre a Alma. Para esclarecer o que distingue esses dois Pensadores, ponderemos sobre as dicotomias, as duplas de opostos/complementares que constatamos através dos sentidos (dia e noite; macho e fêmea) ou do Espírito (O Bem e o Mal). Dicotômica também será a linha teórica filosófica adotada por esses Filósofos de truz.

Em 387a.C., Platão fundou o que pode ser considerada a primeira instituição de ensino superior do mundo ocidental, a Academia de Atenas (dedicada à deusa da Sabedoria e da Justiça). No 1º nível (até os 16 anos), treinamento científico: matemática, ginástica, astronomia, música e geometria: na entrada uma placa avisava: “Ageometretos mé eisito” (sem geometria, não entre). Já no 2º nível (dos 16 aos 30 anos), os alunos aprendiam ética, a virtude e a política para, no 3º nível (dos 30 aos 50 anos), aprender a dialética e tornar-se Filósofo. O platonismo reverencia o mundo das Idéias, pois a realidade física, material, sensível, concreta, não alcança o “Ideal” de perfeição que somente a representação mental, abstrata (imaginem a geometria, o lógos) propicia.

Em 337a.C Aristóteles funda o Liceu, dedicado a Apolo (irmão de Athena), divindade olímpica que presidia a harmonia, a música, a saúde e a verdade. Aristóteles distinguir-se-à por propor uma nova forma de apreender e explicar o mundo. Para o pragmático estagirita (Aristóteles nasceu na cidade de Estagira), a lógica e o bom senso dariam conta da realidade captada por nossos sentidos (visão, audição, paladar, olfato, tato). Formulará então, a teoria das quatro causas: Formal, Material, Eficiente e Final. Segundo a obra de Aristóteles “Metafísica” (disponível em português graças a esmerada tradução de Marcelo Perine – PUC-SP), “As duas primeiras não são mais do que a forma e a matéria, que estruturam todas as coisas sensíveis. (Recorde-se que “causa” e “princípio”, para Aristóteles, significam o que funda, o que condiciona, o que estrutura). Mas matéria e forma, sob certo aspecto, bastam para explicar as coisas; sob outro aspecto, porém, não bastam. Se considerarmos o ser das coisas estaticamente, bastam; se, ao contrário, considerarmos as coisas dinamicamente, isto é, em seu desenvolvimento, em seu devir, em seu produzir-se e em seu corromper-se, então não bastam mais. Com efeito, é evidente que, se considerarmos determinado homem estaticamente (ou seja, como ente já perfeitamente realizado), ele se reduz à sua matéria (carne e ossos) e à sua forma (alma); mas se o considerarmos de outro modo e perguntarmos: “como nasceu”, “quem o gerou”, “por que se desenvolve e cresce”, então, impõem-se duas razões ou causas ulteriores: a causa eficiente ou motora, isto é, o pai que o gerou, e a causa final, ou seja, o fim ou o escopo ao qual tende o devir do homem”.

Tomando uma escultura como exemplo, teremos, 1º) a causa material, a substância concreta que compõe um objeto, no caso o bronze; 2º) a causa eficiente, que será o processo que produziu a escultura, nesse caso, o trabalho do artesão 3º) a causa formal, que é a estrutura interna que determina a realidade da escultura e por fim 4º) a causa final que diz respeito a finalidade a escultura foi produzida.

Ele dividiu o mundo em duas instâncias: da lua para baixo (matéria sublunar), tudo era composto pelos intercambiáveis quatro elementos (Fogo, Terra, Água e Ar). Já na esfera da lua para cima (matéria supralunar), toda galáxia era composta por uma substância eterna e imutável, o éter. Filósofo da natureza, esclarece que a labareda do fogo tende a subir, pois é da natureza do fogo ocupar as partes superiores da atmosfera. Já uma pedra, tende a cair porque sua natureza é a mesma da terra. Quanto ao responsável por toda orquestração do universo, o Demiurgo, o Criador (Deus), o “movente imóvel” faz morada numa esfera exterior.

Se com Platão apreendemos a inefável e sublime Idéia do “Bem em si”, com seu pupilo temos a afirmação de que, contrariamente à tese Socrática de que basta conhecer o Bem para desejá-lo; é preciso praticá-lo! E será justamente a prática quem nos dirá o que é o Bem. Para Aristóteles é necessário ainda, a disposição da vontade, do querer, de se desejar praticar o Bem. É o desejo e não a ação que leva ao Bem, e o desejo pode ser educado, virtuoso. Agir bem é equilibrar, em cada caso particular, o excesso e a falta. Para o estagirita, a Justiça é a maior das virtudes! Constitutiva da Paz na sociedade e da felicidade na vida humana sendo, a Igualdade a pedra angular do princípio da Justiça.

Sabemos que a Matéria (ta pragmata) está impregnada do Espírito (ta onta), que se manifesta através de nossos atos. É o magnífico rapsodo grego Hesíodo (600a.C) quem melhor traduz essa dualidade. Em sua obra “Teogonia”, o poeta discorre sobre o nascimento dos deuses. Do “Caos”, que nada tem a ver com desordem e sim, diz respeito à matéria indiferenciada, o não-ser, nascerá a oposição primordial: Urano e Gaia. Simbolizando respectivamente, Espírito e Matéria. Analogamente, Platão versará sobre o “Ideal” e Aristóteles, sobre o “Real”. Tentar hierarquizar qual dessas teorias é mais relevante é tão inútil quanto discutir qual mais importante: o Céu ou a Terra.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

TRABALHO DE HISTÓRIA

Paleolítico


Como sabemos conforme a teoria da evolução,nós seres humanos, fomos evoluidos pelo macacos, chimpanzés, orangutangos e outros mais.
Por conhecidência esses primatas apresentam inúmeras características parecidas com as nossas como: a capacidade de ficar em pé, os cinco dedos nas mãos e outros.
Conforme os anos foram passando, o ser humano foi evoluindo a criaçaõ entre eles fez coim que os mesmos pudesem usar as pedras e madeiras como ferramentas ,se diferenciando dos outros primatas. Posteriormente os mesmos começaram a criar seus próprios instumentos. Feitos de pedra lascadas.
Ao longo do tempo também foi iniciado o convívio em grupo e as primeiras tentativas de comunicação, e então surgiu a capacidaed da fala.


Primeiros rabiscos do ser humano ainda não evoluido definitivamente,
feito com pedras.



Neolítico

A Revolução Neolítica marcou o desenvolvimento da agricultura entre os povos pré-históricos.
Há 20 mil anos, as sociedades coletoras da Antigüidade tinham acumulado uma ampla bagagem material. Os homens pré-históricos já distinguiam os tipos de animais e plantas a serem consumidos pelas comunidades. Novos instrumentos passaram a ser construídos e o trabalho de transformação das pedras ganhou maior sofisticação. As primeiras manifestações religiosas começaram a se desenvolver juntamente com a criação das primeiras divindades.

No desenrolar de milênios as comunidades neolíticas sofreram uma importante mudança. Há cerca de 12 mil anos, a agricultura surgiu e foi sendo disseminada por toda Europa nos 6 mil anos próximos. O domínio de técnicas agrícolas estabeleceu um novo padrão de vida calcado na disponibilidade regular de alimentos. Os grupos nômades passaram a se fixar em regiões com terras férteis disponíveis e construíram as primeiras moradias a partir do barro, pedra e madeira. Ao mesmo tempo, a domesticação de animais começou a ser praticada.

Segundo algumas especulações científicas, as primeiras comunidades a viverem da agricultura e do pastoreio surgiram na região do Crescente Fértil. Fixada nas extensões de terra entre o Rio Nilo e os rios Tigre e Eufrates, essa região foi o possível local de origem dessas mudanças que designaram a chamada Revolução Neolítica. No Crescente Fértil, pequenas famílias formavam clãs que, com seu incremento populacional, formaram as primeiras tribos da região. Sem contarem com um líder político, as decisões eram tomadas coletivamente.

Posteriormente, essas primeiras tribos passaram a ser comandadas por um patriarca. Liderando a população tribal, o patriarca garantia a organização das colheitas e garantia a proteção da aldeia contra o possível ataque de outros povos. As colheitas eram preparadas com a força de trabalho de todos os indivíduos. A divisão social do trabalho era inexistente. A economia possuía um caráter eminentemente subsistente, impossibilitando o acúmulo de excedentes.

As técnicas agrícolas desenvolvidas foram se tornando mais complexas. O domínio sobre os períodos de chuva e estiagem, as técnicas de irrigação e o invento do arado-semeador aumentaram significativamente a produção agrícola. Com isso, as populações aumentaram e as primeiras trocas comerciais começaram a surgir a partir dos excedentes gerados pelas melhores colheitas. Com isso, as primeiras diferenciações sócio-econômicas surgiam no interior dessas sociedades.

sexta-feira, 16 de abril de 2010


Métodos de Separação de misturas:

Peneiração

A peneiraçao é um método utilizado para separar misturas heterogêneas do tipo sólido-sólido, onde o tamanho da partícula é o responsável pela separação, ou seja, utiliza-se uma peneira que permite que alguns sólidos pequenos passem.

Utilizado quando uma mistura de solidos granulado,cujo tamanho das particulas é sensivelmente diferente é colocada sobre uma peneira e submetida a agitação.EX:mistura areia fina e pedregulhos.


Levigação

Levigação é um método de separação de misturas heterogêneas de sólidos. Quando uma mistura se forma por substâncias sólidas de densidades diferentes, pode-se

utilizar uma corrente de água para separá-las. É o caso do ouro, que nos garimpo

s normalmente é encontrado junto a uma

porção de terra ou areia.Usa-

se uma ra

mpa de madeira ou uma bacia em que se passa uma corrente

de água que serve para separar essas substâncias.

Centrifugação

Consiste em aumentar a velocidade de decantação com um aparelho chamado centrífuga ou centrifugador(que faz com que a mistura contida no tubo decante mais rapidamente). Esta máquina pode ser usada, por exemplo, na separação

de glóbulos vermelhos do plasma sanguíneo ou para separar a nata do leite. Então a separação fica muito densa. Assim a substância fica retida na parede onde após e extraída e serve para separar materiais de

densidades diferentes.



Decantação

A decantação é um processo de separação que permite separar misturas heterogêneas.

Utilizada principalmente em diversos sistemas bifásicos como sólido-água

(areia e

água), sólido-gás (poeira-gás), líquido-líquido (água e óleo) e líquido-gás (vapor d’água e

ar). Sendo esse processo fundamentado nas diferenças existentes entre as densidades dos componentes da mistura, e na espera pela sua decantação. A mistura é colocada em um recipiente de preferência fechado (no caso de substâncias como gás e vapor e de acordo o interes

se do produto da separação, obrigatoriamente fechado) e espera-se

a sedimentação do componente mais denso.



Dissolução fracionada

Dissolução fracionada é uma técnica ou método de processo de separação para separar misturas heterogêneas de dois ou mais sólidos, quando apenas um dos compone

ntes se dissolve em um dado solvente.Pois, assim, o líquido disso

lve esse componente e, por filtração, separa-se o outro componente...


Catação

A catação é um tipo de separação manual de misturas do tipo "sólido-sólido". As substâncias são separadas manualmente e pode utilizar uma pi

nça, colher, ou outro objeto auxiliador para a separação. É utilizada na separação de grãos bons de feijão dos carunchos e pedrinhas. Também é utilizada na separação dos

diferentes tipos de materiais que compõem o lixo como vidro, metais, borracha, papel, plásticos que para serem destinados a diferentes usinas de reciclagem. metodo basico no diferente de tamanho e de aspctos visiveis das particulas de uma misturas de solidos granulados.Um dos solidos é retirado com pinças ou com as mãos.

EX:mistura de feijão e pedras.


Flotação

A flotação consta em separar misturas heterogêneas sólidas com densidades diferentes através de uma densidade intermediária, nesse caso o mais comum e mais utlizado, é a água. A flotação é um método de separação de misturas. Trata-se de uma técnica de separação muito usada na indústria de minerais, na remoção de tinta de papel e no tratamento de esgoto, entre outras utilizações. A técnica utiliza diferenças nas propriedades superficiais de partículas diferentes para as separar. As partículas a serem flotadas são tornadas hidrofóbicas pela adição dos produtos químicos apropriados. Então, fazem-se passar bolhas de ar através da mistura e as partículas que se pretende recolher ligam-se ao ar e deslocam-se para a superfície, onde se acumulam sob a forma de espuma. Resumindo, a flotação é um processo de separação de sólido-líquido, que anexa o sólido à superfície de bolhas de gás fazendo com que ele se separe do líquido do sólido.


Destilação simples

Para separar a mistura de água e sal e recuperar também a água, emprega-se a destilação simples. A mistura é aquecida e a água entra em ebulição, mas o sal não. O vapor de água passa pelo interior de um condensador, que é resfriado por água corrente. Com esse resfriamento, o vapor condensa-se. A água liquida, isenta de sal, é recolhida no recipiente da direita e, ao final, restará sal sólido no frasco da esquerda.

O líquido purificado que é recolhido no processo de destilação, recebe o nome de destilado.


terça-feira, 30 de março de 2010

História da Anatomia Humana

O conhecimento anatômico do corpo humano data de quinhentos anos antes de Cristo no sul da Itália com Alcméon de Crotona, que realizou dissecações em animais. Pouco tempo depois, um texto clínico da escola hipocrática descobriu a anatomia do ombro conforme havia sido estudada com a dissecação. Aristóteles mencionou as ilustrações anatômicas quando se referiu aos paradigmata, que provavelmente eram figuras baseadas na dissecação animal. No século III A.C., o estudo da anatomia avançou consideravelmente na Alexandria. Muitas descobertas lá realizadas podem ser atribuídas a Herófilo e Erasístrato, os primeiros que realizaram dissecações humanas de modo sistemático. A partir do ano 150 A..C. a dissecação humana foi de novo proibida por razões éticas e religiosas. O conhecimento anatômico sobre o corpo humano continuou no mundo helenístico, porém só se conhecia através das dissecações em animais.

No século II D.C., Galeno dissecou quase tudo, macacos e porcos, aplicando depois os resultados obtidos na anatomia humana, quase sempre corretamente; contudo, alguns erros foram inevitáveis devido à impossibilidade de confirmar os achados em cadáveres humanos. Galeno desenvolveu assim mesmo a doutrina da “causa final”, um sistema teológico que requeria que todos os achados confirmassem a fisiologia tal e qual ele a compreendia. Porém não chegaram até nós as ilustrações anatômicas do período clássico, sendo as “séries de cinco figuras” medievais dos ossos, veias, artérias, órgãos internos e nervos são provavelmente cópias de desenhos anteriores. Invariavelmente, as figuras são representadas numa posição semelhante a de uma rã aberta, para demonstrar os diversos sistemas, às vezes, se agrega uma sexta figura que representa uma mulher grávida e órgãos sexuais masculinos ou femininos. Nos antigos baixos-relevos, camafeus e bronzes aparecem muitas vezes representações de esqueletos e corpos encolhidos cobertos com a pele (chamados lêmures), de caráter mágico ou simbólico mais que esquemático e sem finalidade didática alguma.

Parece que o estudo da anatomia humana recomeçou mais por razões práticas que intelectuais. A guerra não era um assunto local e se fez necessário dispor de meios para repatriar os corpos dos mortos em combate. O embalsamento era suficiente para trajetos curtos, mas as distâncias maiores como as Cruzadas introduziram a prática de “cocção dos ossos”. A bula pontifica De sepulturis de Bonifácio VIII (1300), que alguns historiadores acreditaram equivocadamente proibir a dissecção humana, tentava abolir esta prática. O motivo mais importante para a dissecação humana, foi o desejo de saber a causa da morte por razões essencialmente médico-legais, de averiguar o que havia matado uma pessoa importante ou elucidar a natureza da peste ou outra enfermidade infecciosa. O verbo “dissecar” era usado também para descrever a operação cesariana cada vez mais freqüente. A tradição manuscrita do período medieval não se baseou no mundo natural. AS ilustrações anteriores eram aceitas e copiadas. Em geral, a capacidade dos escritores era limitada e ao examinar a realidade natural, introduziram pelo menos alguns erros tanto de conceito como de técnica. As coisas “eram vistas” tal qual os antigos e as ilustrações realistas eram consideradas como um curto-circuito do próprio método de estudo.

A anatomia não era uma disciplina independente, mas um auxiliar da cirurgia, que nessa época era relativamente grosseira e reunia sobre todo conhecer os pontos apropriados para a sangria. Durante todo o tempo que a anatomia ostentou essa qualidade oposta à prática, as figuras não-realistas e esquemáticas foram suficientes. O primeiro livro ilustrado com imagens impressas mais do que pintadas foi a obra de Ulrich Boner Der Edelstein. Foi publicada por Albrecht Plister em Banberg depois de 1460 e suas ilustrações foram algo mais que decorações vulgares. Em 1475, Konrad Megenberg publicou seu Buch der Natur, que incluía várias gravuras em madeira representando peixes, pássaros e outros animais, assim como plantas diversas. Essas figuras, igual a muitas outras pertencentes a livros sobre a natureza e enciclopédias desse período, estão dentro da tradição manuscrita e são dificilmente identificáveis.

Dentre os muitos fatores que contribuíram para o desenvolvimento da técnica ilustrativa no começo do século XVI, dois ocuparam lugar destacado: o primeiro foi o final da tradição manuscrita consistente em copiar os antigos desenhos e a conversão da natureza em modelo primário. Chegou-se ao convencimento de que o mais apropriado para o homem era o mundo natural e não a posteridade. O escolasticismo de São Tomás de Aquino havia preparado inadvertidamente o caminho através da separação entre o mundo natural e o sobrenatural, prevalecendo a teologia sobre a ciência natural. O segundo fator que influiu no desenvolvimento da ilustração científica para o ensino foi a lenta instauração de melhores técnicas. No começo os editores, com um critério puramente quantitativo, pensaram que com a imprensa poderiam fazer grande quantidade de reproduções de modo fácil e barato. Só mais tarde reconheceram a importância que cada ilustração fosse idêntica ao original. A capacidade para repetir exatamente reproduções pictóricas, daquilo que se observava, constituiu a característica distinta de várias disciplinas científicas, que descartaram seu apoio anterior à tradição e aceitação de uma metodologia, que foi descritiva no princípio e experimental mais tarde.

As primeiras ilustrações anatômicas impressas baseiam-se na tradição manuscrita medieval. O Fasciculus medicinae era uma coleção de textos de autores contemporâneos destinada aos médicos práticos, que alcançou muitas edições. Na primeira ( 1491) utilizou-se a xilografia pela primeira vez, para figuras anatômicas. As ilustrações representam corpos humanos mostrando os pontos de sangria, e linhas que unem a figura às explicações impressas nas margens. As dissecações foram desenhadas de uma forma primitiva e pouco realista. Na Segunda edição (1493), as posições das figuras são mais naturais. Os textos de Hieronymous Brunschwig (cerca de 1450-1512) continuaram utilizando ilustrações descritivas. O capítulo final de uma obra de Johannes Peyligk (1474-1522) consiste numa breve anatomia do corpo humano como um todo, mas as onze gravuras de madeira que inclui são algo mais que representações esquemáticas posteriores dos árabes. Na Margarita philosophica de George Reisch (1467-1525), que é uma enciclopédia de todas as ciências, forma colocadas algumas inovações nas tradicionais gravuras em madeira e as vísceras abdominais são representadas de modo realista. Além desses textos anatômicos destinados especificamente aos estudantes de medicina e aos médicos, foram impressas muitas outras páginas com figuras anatômicas, intituladas não em latim (como todas as obras para médicos), mas sim em várias línguas vulgares. Houve um grande interesse, por exemplo, na concepção e na formação do feto humano. O uso freqüente da frase “conhece-te a ti mesmo” fala da orientação filosófica e essencialmente não médica. A “Dança da Morte” chegou a ser um tem muito popular, sobretudo nos países de língua germânica, após a Peste Negra e surpreendentemente, as representações dos esqueletos e da anatomia humana dos artistas que as desenharam são melhores que as dos anatomistas.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Mistura:Comum









Uma mistura é constituída por duas ou mais substâncias puras, sejam elas simples ou compostas. As proporções entre os constituintes de uma mistura podem ser alterados por processos químicos, como a destilação. Todas as substâncias que compartilham um mesmo SISTEMA, portanto, constituem uma mistura. Não se pode, entretanto, confundir misturardissolver. Água e óleo, por exemplo, misturam-se mas não se dissolvem. Isso torna o sistema água + óleo uma mistura, não uma solução. com

Existem três tipos fundamentais de misturas: as homogêneas (homo: igual), as heterogêneas (hetero: diferente) e as coloidais.

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